Sólido de árvore
Pensar na Geografia onde habito, sugere que partamos do imaginário quase universal que elaboram sobre esse lugar: Amazônia; neste caso, amapaense. Tendo perspectiva de foi feita numa caminha de um dia qualquer de alguém que tem o olhar detido nos acontecimentos do seu próprio dia a dia. Entretando, pensando na proposta de "imagem reflexão" do Festival de Fotografia em Tempo e Afeto resolvir me provocar à uma captura que pudesse comportar as nuances do meio em que vivo segundo as minhas percepções: Cotidiano como ateliê. Peguei o celular e sair em provocação durante uma caminhada dentro da universidade que estava dentro do meu itinerário do dia. E encontrei dentro de uma poça de água condições para aquilo que intetei. Olhar para a aquela poça de água e acomodar nela a ideia de possibilidade de abrigo, de um espelho numa superficie sólida de concreto e cimento que me denuncia a presença resiste de uma árvore solitária que na humildade de sua própria existe comunica a relação que temos com nossa geografia. Ou, da relação que desaprendemos ter com o lugar. Amapá, Macapá: Amazônia. O meu meio é o meio ambiente, desde que nasci, é o da Amazônia, entretando, a provocação que impregno, ou tento, a imagem é de não comungar com os imaginários que pairam sobre esse lugar que este deveria ser.
A black and white image shows the reflection of a street with a utility pole, power lines, trees, and buildings under a cloudy sky.
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